sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Doutrina do Justo Meio (capítulo 1)
"Nada é tão visível quanto aquilo que está oculto.Nada é tão evidente quanto aquilo que mal se vê. Por isso, o cavalheiro é cuidadoso quando está sozinho."
Extraído de nota ao livro A mente Liberta de Takuan Soho.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Não Morri Ainda
O Imperador perguntou ao Mestre Gudo:
"O que acontece com um homem iluminado após a morte?"
"Como eu poderia saber?", replicou Gudo.
"Porque o senhor é um mestre... não é?" respondeu o Imperador, um pouco surpreso.
"Sim Majestade," disse Gudo suavemente, "mas ainda não sou um mestre morto." Tweetar
"O que acontece com um homem iluminado após a morte?"
"Como eu poderia saber?", replicou Gudo.
"Porque o senhor é um mestre... não é?" respondeu o Imperador, um pouco surpreso.
"Sim Majestade," disse Gudo suavemente, "mas ainda não sou um mestre morto." Tweetar
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Aproveite o momento
Um homem viajando em um campo encontrou um tigre. Ele correu, o tigre em seu encalço. Aproximando-se de um precipício, tomou as raízes expostas de uma vinha selvagem em suas mãos e pendurou-se precipitadamente abaixo, na beira do abismo. O tigre o farejava acima. Tremendo, o homem olhou para baixo e viu, no fundo do precipício, outro tigre a esperá-lo. Apenas a vinha o sustinha.
Mas ao olhar para a planta, viu dois ratos, um negro e outro branco, roendo aos poucos sua raiz. Neste momento seus olhos perceberam um belo morango vicejando perto. Segurando a vinha com uma mão, ele pegou o morango com a outra e o comeu. "Que delícia!", ele disse.
Conto de domínio Popular.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Para alcançar a Deus
"Não é pela concentração em dogmas que poderemos alcançar Deus e sim pelo verdadeiro conhecimento da alma... Para mim, não existem judeus, cristãos ou hindus; todos são meus irmãos. Eu presto adoração em qualquer templo, pois todos foram construídos em honra de meu Pai."
Paramahansa Yogananda
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
CONSCIÊNCIA SITUACIONAL
Você sabe o que está se passando à sua volta?
Quem já não teve calafrios ao ver as acrobacias da Esquadrilha da Fumaça? Como será que eles conseguem coordenar suas ações tão precisamente, em um contexto de tanto perigo? Na verdade, os pilotos usam para isto uma habilidade que todos nós temos, embora talvez não tão treinada.
Quer ver? Abra bem os olhos: você está consciente do que está lendo agora. Agora, sem olhar, lembre-se de algo que esteja atrás de você. Isto também é uma forma de consciência, de algo que você não está percebendo diretamente.
A consciência que temos do contexto imediato e das coisas que são importantes, em um determinado momento, é chamada pelos pilotos de consciência situacional. Quanto mais o piloto tem noção de como está o ambiente à sua volta, maior é a sua consciência situacional. Isto inclui a posição atual e o curso da aeronave, os recursos disponíveis e a evolução de fatos que podem afetar as coisas mais tarde (por exemplo, o curso de outro avião próximo).
Se você é motorista, sabe que é fundamental ter ciência de onde está, para onde está indo e como irá chegar lá. Também avalia a evolução de fatos, como por exemplo o que farão (provavelmente) os pedestres e outros carros. Tudo isto e outras coisas fazem parte da consciência situacional dos bons motoristas. Diga você: quem terá mais consciência situacional, uma pessoa que dirige com os olhos fixos à frente ou alguém que de vez em quando olha os retrovisores?
Já de uma pessoa que está agindo de maneira "desastrada" podemos afirmar que está com a consciência situacional incompleta, isto é, ela não tem naquele momento noção completa do que há de relevante no contexto imediato.
Vale notar que a atenção da pessoa, para uma maior consciência situacional, deve estar no momento presente (veja ¿Preterizar, agorizar, futurizar?). Dirigir pensando nas coisas agradáveis que acontecerão no destino diminui as chances de chegar lá!
Portanto, expandir a consciência situacional aumenta diretamente a segurança física e psicológica, a objetividade e competência em geral. Para resumir, expande a inteligência.
Retirado originalmente do site Possibilidades
domingo, 21 de novembro de 2010
O IMBECILÔMETRO
Observando a forma como as pessoas se comportam no trânsito, lembrei-me do episódio do desenho do Pateta motorista, que tratava das mudanças quando, pedestre ou ao volante de um veículo. Passei a considerar a situação e ponderei nos seguintes termos:
Para se testar a capacidade de imbecilidade de uma pessoa suficiente dar-lhe um carro para dirigir, que se verá, em muitos casos, uma impensável transformação. Alguém que até pouco um cidadão educado, respeitador de filas e dos seus semelhantes, passar, no trânsito a furar filas, xingar os semelhantes e proferir impropérios. Indaguei-me então, se o trânsito transforma. Concluiu, que ele não transforma, mas desmascara e libera a personalidade de cada um...revela, em alguns casos, a forma de muitos ver o outro simplesmente como obstáculo, a atrapalhar os interesses do indivíduo, e portanto, não merecedor de qualquer deferência.
A vista disso pergunto: O que custa dar a passagem a alguém? Quanto agravaria um eventual atraso? Um minuto? Cinco minutos? O que se faria nesses cinco minutos perdidos?
Não obteríamos mais benefícios utilizando-se da cordialidade? Pois além de respeitarmos o outro, nos pouparíamos de nos afobarmos em vão, mantendo a tranquilidade para chegarmos no nosso destino, sem stress inútil e sem riscos vãos, e mais, sem mostramos aos outros ou a nós mesmos o quantos somos imbecis?
Da próxima vez, melhor ter-mos mais atenção ao utilizar o nosso veículo, que é na verdade, um verdadeiro imbecilômetro.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Especialista em Aikidô ajuda Dilma a se preparar para duelos televisivos
Por Ivan Iunes, postado originalmente em Correio Braziliense
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) guarda um período crucial nas eleições de 2006, ele seria composto pelos 10 dias que separaram os dois primeiros debates no segundo turno da disputa contra Geraldo Alckmin (PSDB). No embate inicial, um Lula irritado, pressionado por perguntas sobre o escândalo do mensalão, viu o oponente sair vencedor da disputa, quadro que se modificou drasticamente no debate seguinte. O espaço entre um encontro e outro foi preenchido com treinamentos intensivos feitos pela jornalista Olga Curado, a mesma profissional que tenta, agora, ensinar o pulo do gato nos debates a Dilma Rousseff (PT).
A poucos dias de enfrentar o primeiro debate em rede nacional, marcado para quinta-feira, Dilma aumentou a frequência de treinos — hoje e amanhã estará em concentração total. Com um tatame instalado no centro nervoso da campanha petista, no escritório do Lago Sul, a jornalista tem aplicado na presidenciável uma técnica elaborada a partir de estudos do psicólogo norte-americano Paul Ekman sobre emoções e expressões faciais. Alia a isso uma adaptação ao jogo político de conceitos da arte marcial japonesa Aikidô — Ai que significa união e harmonia; Ki, espírito, energia vital; e Dô, caminho filosófico.
Pelo menos duas vezes por semana, a agenda da presidenciável tem encontros com Olga. O contato ficou mais estreito durante o combate da petista a um câncer no sistema linfático no ano passado. Pontos como medir as falas e expressões corporais e manter a tranquilidade em situações adversas têm sido abordados à exaustão. A mensagem da maioria dessas reuniões é de que a presidenciável deve reverter a energia do oponente em seu favor, evitando conflitos desnecessários e focando os combates essenciais.
Limites
Entre as dinâmicas mais conhecidas aplicadas por Olga está a de pedir ao cliente que tente desferir-lhe um golpe. A tentativa usualmente resulta em resposta rápida, em que ela acaba por frustrar a agressão e, ao mesmo tempo, imobilizar o cliente. O ensinamento, no caso descrito, é de que, mais do que atacar, é preciso saber como fazê-lo. Mover-se de forma natural, delimitar o espaço e impor limites ao adversário também fazem parte do pacote.
Budista e vegetariana há mais de uma década, a jornalista também costuma apresentar vídeos para ilustrar situações. Estão na mesa de cabeceira dela O júri, de Gary Fleder, a série Lie to me (Minta para mim) e trechos de Guerra nas estrelas, de George Lucas. Nos últimos anos, já passaram pelo tatame dela vários nomes da política nacional, como o ex-governador do Maranhão Jackson Lago e os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos, e da Secretaria de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken.
Limites
Entre as dinâmicas mais conhecidas aplicadas por Olga está a de pedir ao cliente que tente desferir-lhe um golpe. A tentativa usualmente resulta em resposta rápida, em que ela acaba por frustrar a agressão e, ao mesmo tempo, imobilizar o cliente. O ensinamento, no caso descrito, é de que, mais do que atacar, é preciso saber como fazê-lo. Mover-se de forma natural, delimitar o espaço e impor limites ao adversário também fazem parte do pacote.
Budista e vegetariana há mais de uma década, a jornalista também costuma apresentar vídeos para ilustrar situações. Estão na mesa de cabeceira dela O júri, de Gary Fleder, a série Lie to me (Minta para mim) e trechos de Guerra nas estrelas, de George Lucas. Nos últimos anos, já passaram pelo tatame dela vários nomes da política nacional, como o ex-governador do Maranhão Jackson Lago e os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos, e da Secretaria de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken.
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