"Não é pela concentração em dogmas que poderemos alcançar Deus e sim pelo verdadeiro conhecimento da alma... Para mim, não existem judeus, cristãos ou hindus; todos são meus irmãos. Eu presto adoração em qualquer templo, pois todos foram construídos em honra de meu Pai."
Paramahansa Yogananda
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
CONSCIÊNCIA SITUACIONAL
Você sabe o que está se passando à sua volta?
Quem já não teve calafrios ao ver as acrobacias da Esquadrilha da Fumaça? Como será que eles conseguem coordenar suas ações tão precisamente, em um contexto de tanto perigo? Na verdade, os pilotos usam para isto uma habilidade que todos nós temos, embora talvez não tão treinada.
Quer ver? Abra bem os olhos: você está consciente do que está lendo agora. Agora, sem olhar, lembre-se de algo que esteja atrás de você. Isto também é uma forma de consciência, de algo que você não está percebendo diretamente.
A consciência que temos do contexto imediato e das coisas que são importantes, em um determinado momento, é chamada pelos pilotos de consciência situacional. Quanto mais o piloto tem noção de como está o ambiente à sua volta, maior é a sua consciência situacional. Isto inclui a posição atual e o curso da aeronave, os recursos disponíveis e a evolução de fatos que podem afetar as coisas mais tarde (por exemplo, o curso de outro avião próximo).
Se você é motorista, sabe que é fundamental ter ciência de onde está, para onde está indo e como irá chegar lá. Também avalia a evolução de fatos, como por exemplo o que farão (provavelmente) os pedestres e outros carros. Tudo isto e outras coisas fazem parte da consciência situacional dos bons motoristas. Diga você: quem terá mais consciência situacional, uma pessoa que dirige com os olhos fixos à frente ou alguém que de vez em quando olha os retrovisores?
Já de uma pessoa que está agindo de maneira "desastrada" podemos afirmar que está com a consciência situacional incompleta, isto é, ela não tem naquele momento noção completa do que há de relevante no contexto imediato.
Vale notar que a atenção da pessoa, para uma maior consciência situacional, deve estar no momento presente (veja ¿Preterizar, agorizar, futurizar?). Dirigir pensando nas coisas agradáveis que acontecerão no destino diminui as chances de chegar lá!
Portanto, expandir a consciência situacional aumenta diretamente a segurança física e psicológica, a objetividade e competência em geral. Para resumir, expande a inteligência.
Retirado originalmente do site Possibilidades
domingo, 21 de novembro de 2010
O IMBECILÔMETRO
Observando a forma como as pessoas se comportam no trânsito, lembrei-me do episódio do desenho do Pateta motorista, que tratava das mudanças quando, pedestre ou ao volante de um veículo. Passei a considerar a situação e ponderei nos seguintes termos:
Para se testar a capacidade de imbecilidade de uma pessoa suficiente dar-lhe um carro para dirigir, que se verá, em muitos casos, uma impensável transformação. Alguém que até pouco um cidadão educado, respeitador de filas e dos seus semelhantes, passar, no trânsito a furar filas, xingar os semelhantes e proferir impropérios. Indaguei-me então, se o trânsito transforma. Concluiu, que ele não transforma, mas desmascara e libera a personalidade de cada um...revela, em alguns casos, a forma de muitos ver o outro simplesmente como obstáculo, a atrapalhar os interesses do indivíduo, e portanto, não merecedor de qualquer deferência.
A vista disso pergunto: O que custa dar a passagem a alguém? Quanto agravaria um eventual atraso? Um minuto? Cinco minutos? O que se faria nesses cinco minutos perdidos?
Não obteríamos mais benefícios utilizando-se da cordialidade? Pois além de respeitarmos o outro, nos pouparíamos de nos afobarmos em vão, mantendo a tranquilidade para chegarmos no nosso destino, sem stress inútil e sem riscos vãos, e mais, sem mostramos aos outros ou a nós mesmos o quantos somos imbecis?
Da próxima vez, melhor ter-mos mais atenção ao utilizar o nosso veículo, que é na verdade, um verdadeiro imbecilômetro.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Especialista em Aikidô ajuda Dilma a se preparar para duelos televisivos
Por Ivan Iunes, postado originalmente em Correio Braziliense
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) guarda um período crucial nas eleições de 2006, ele seria composto pelos 10 dias que separaram os dois primeiros debates no segundo turno da disputa contra Geraldo Alckmin (PSDB). No embate inicial, um Lula irritado, pressionado por perguntas sobre o escândalo do mensalão, viu o oponente sair vencedor da disputa, quadro que se modificou drasticamente no debate seguinte. O espaço entre um encontro e outro foi preenchido com treinamentos intensivos feitos pela jornalista Olga Curado, a mesma profissional que tenta, agora, ensinar o pulo do gato nos debates a Dilma Rousseff (PT).
A poucos dias de enfrentar o primeiro debate em rede nacional, marcado para quinta-feira, Dilma aumentou a frequência de treinos — hoje e amanhã estará em concentração total. Com um tatame instalado no centro nervoso da campanha petista, no escritório do Lago Sul, a jornalista tem aplicado na presidenciável uma técnica elaborada a partir de estudos do psicólogo norte-americano Paul Ekman sobre emoções e expressões faciais. Alia a isso uma adaptação ao jogo político de conceitos da arte marcial japonesa Aikidô — Ai que significa união e harmonia; Ki, espírito, energia vital; e Dô, caminho filosófico.
Pelo menos duas vezes por semana, a agenda da presidenciável tem encontros com Olga. O contato ficou mais estreito durante o combate da petista a um câncer no sistema linfático no ano passado. Pontos como medir as falas e expressões corporais e manter a tranquilidade em situações adversas têm sido abordados à exaustão. A mensagem da maioria dessas reuniões é de que a presidenciável deve reverter a energia do oponente em seu favor, evitando conflitos desnecessários e focando os combates essenciais.
Limites
Entre as dinâmicas mais conhecidas aplicadas por Olga está a de pedir ao cliente que tente desferir-lhe um golpe. A tentativa usualmente resulta em resposta rápida, em que ela acaba por frustrar a agressão e, ao mesmo tempo, imobilizar o cliente. O ensinamento, no caso descrito, é de que, mais do que atacar, é preciso saber como fazê-lo. Mover-se de forma natural, delimitar o espaço e impor limites ao adversário também fazem parte do pacote.
Budista e vegetariana há mais de uma década, a jornalista também costuma apresentar vídeos para ilustrar situações. Estão na mesa de cabeceira dela O júri, de Gary Fleder, a série Lie to me (Minta para mim) e trechos de Guerra nas estrelas, de George Lucas. Nos últimos anos, já passaram pelo tatame dela vários nomes da política nacional, como o ex-governador do Maranhão Jackson Lago e os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos, e da Secretaria de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken.
Limites
Entre as dinâmicas mais conhecidas aplicadas por Olga está a de pedir ao cliente que tente desferir-lhe um golpe. A tentativa usualmente resulta em resposta rápida, em que ela acaba por frustrar a agressão e, ao mesmo tempo, imobilizar o cliente. O ensinamento, no caso descrito, é de que, mais do que atacar, é preciso saber como fazê-lo. Mover-se de forma natural, delimitar o espaço e impor limites ao adversário também fazem parte do pacote.
Budista e vegetariana há mais de uma década, a jornalista também costuma apresentar vídeos para ilustrar situações. Estão na mesa de cabeceira dela O júri, de Gary Fleder, a série Lie to me (Minta para mim) e trechos de Guerra nas estrelas, de George Lucas. Nos últimos anos, já passaram pelo tatame dela vários nomes da política nacional, como o ex-governador do Maranhão Jackson Lago e os ex-ministros da Justiça Márcio Thomaz Bastos, e da Secretaria de Comunicação da Presidência, Luiz Gushiken.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
O Ego e o Aikido
Não cabe manifestação de ego no Aikido. É seu pré-requisito a intenção de desprendimento ao sentimento egóico.
Aikido é, acima de tudo, arte de iluminação, e a iluminação nunca se dá em benefício de um único ser. Lembremo-nos que O Sensei era extremamente religioso, e este sentimento foi fundamental na formação do Aikido.
Não há harmonia com a natureza, preso a uma vontade individual. A natureza não tem vontade...ela é. Assim devemos ser no Aikido, livres e flúidos. Se há vontade não há fluidez, não há harmonia, não há Aikido, que é o caminho da harmonia pela energia vital.
Levados por sentimentos adquiridos nas atividades esportivas, bem como no nosso meio social competitivo, preocupamo-nos em demonstrar destreza, conquistar graduações, obter destaque... Trabalha contra nossa prática a comparação com os outros, o objetivo de sermos os melhores. A busca da superação deve ser sobre nós mesmos. A melhora obtém-se no aperfeiçoamento, que requer desprendimento e entrega à prática. Portanto, não há entrega se há apego, que são opostos entre si.
No Aikido há reverências, submissões a regras e posturas, a conduções; há humildade.
Se nossa preocupação ainda é com a obtenção da graduação, a exibição da já conquistada, o aprendizado de uma técnica que nos faça bom em luta, talvez devamos tornar a buscar informações sobre a história do fundador, que migrou seus estudos da marcialidade para a espiritualidade, do Jutsu para o Do. Assim procedendo, talvez compreendamos o significado da arte por você escolhida, e sejamos praticantes mais tranquilos e felizes, entregue as rotações naturais.
Nesse sentido, a lição do fundador:
"A Arte da Paz é o remédio para o mundo doente. Há maldade e desordem no mundo porque as pessoas se esqueceram que todas as coisas vieram de uma única força. Voltemos para essa fonte, deixando para trás todo pensamento egoísta, desejos mesquinhos e raiva. Aqueles que não possuem nada possuem tudo".
"Se você não tem nada que o ligue ao verdadeiro desprendimento. Você nunca entenderá A Arte da Paz".
Foto: Michel Seikan (pensandozen.blogspot.com)
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
O Zen e o Aikido
Tive uma experiência interessante na minha volta aos treinos de Aikido, por estes dias. Embora meio fora de prática, tive um prazer imenso em treinar como nunca tive em todo o tempo treinado. Lembro-me de antes, que quando estava no tatame, muitas das vezes estava com a mente distante; e ao contrário, quando estava distante, estava com pensamento no tatame, de modo que não vivenciava realmente a maravilhosa experiência do treino. Após os últimos 11 (onze) meses de estudo do Zen, da tradição do Thay, praticando a meditação, compreedi melhor o que o fundador do Aikido - O sensei Morihei Ueshiba pretendia com união mente corpo espírito. Após iniciado o meus estudos de meditação, foi uma experiência formidável treinar Aikido, envolto em Plena Consciência. Já em casa, afastado dos treinos, busquei fazer os movimentos da arte marcial, atento a respiração, e já havia obtido uma excelente experiência. A verdade é que descobri o Zen no Aikido. Já tinha ouvido falar que o Aikido era o Zen em movimento, mas não tinha ainda vivenciado a experiência. Até o famoso Ki pude perceber real. O que para mim antes não passava de metafísica, passei a senti-lo no treino, embora não tenha ainda domínio sobre ele. Atento aos movimentos e a respiração, repetindo mentalmente "momento presente, momento maravilhoso", torno-me mais atento as sensações do corpo e mente, não deixando me perder em pensamentos, e tornando mais presente ao treino e concentrado aos movimentos. Observo o relaxamento do corpo, cuidando-me para não permitir tensioná-lo, buscando a leveza natural do ser, indispensável à meditação e ao Aikido. O objetivo a seguir no treino passa a ser a atenção à forma correta. A perfeição marcial é a preocupação instrumental imediata, sendo a harmonização espirito/corpo/mente o objetivo final. E nesse momento o Aikido e o Zen se confundem.
terça-feira, 8 de julho de 2008
RELEMBRANDO OUTRO POEMA
VOCÊ NO PENSAMENTO
Ai morena, quero saber se você sonha comigo também,
Ai morena, será que queres tanto bem a mim quanto te quero bem.
Canto com encanto, num doce acalanto de um passarinho
Um bem-te-vi se declarando num lindo cantar
Que canta a tarde num triste lamento por estar sozinho
Sonhando com o dia de estarmos juntinhos
Como dois pombinhos a se namorar
Ai morena, quero saber se você sonha comigo também,
Ai morena, será que queres tanto bem a mim quanto te quero bem.
Se chega a noite, chega como um açoite no meu pensamento
A sua imagem linda como um templo a me castigar
Já se é dia resolver mais nada nem tentar eu tento
Já tentei foi em vão, pois não me concentro
E na sua imagem deixo me levar
Ai morena, quero saber se você sonha comigo também,
Ai morena, será que queres tanto bem a mim quanto te quero bem.
Quero saber se vives a sofrer por mim a todo momento
Se está sofrendo por pensar em mim sem poder me tocar
Se mesmo assim gosta de sofrer por esse sofrimento
Estou apaixonado e disso não lamento
O remédio é o dia em que eu te encontrar
Ai morena, quero saber se você sonha comigo também,
Ai morena, será que queres tanto bem a mim quanto te quero bem.
É meu desejo provar do seu beijo e o mel da sua boca
Vontade louca de ter dar carinho e de te apertar
Roubar seu cheiro de tanto exagero vou ter a voz rouca
Se estando contigo toda hora é pouca
Para os meus segredos eu te revelar.
Natal, Dezembro de 1999 a março de 2000.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
VERDADEIRO CONTATO COM A VIDA
Belo texto* que explana a necessidade de se viver o presente de modo efetivo, respeitando cada segundo, sentindo-se vivo, sem preocupar-se com o passado ou com o devir. Trata-se de uma pequena transcrição do lindo romance escrito por Thich Nhat Hanh, Velhos Caminhos, Nuvens Brancas.
Segue o texto.
“Amigos, estar perdido em pensamento é uma das coisas que nos impede de estabelecer verdadeiro contato com a vida. Enquanto regidos por preocupações, frustrações, ansiedades, raiva, ou inveja, vocês perderão a chance de estabelecerem contato real com todas as maravilhas da vida.
“Amigos, a flor de lótus em minha mão só é real para aqueles dentre vocês que vivem em mente atenta no momento presente. Se vocês não retornam ao momento presente, a flor não existe verdadeiramente. Há pessoas que podem passar através da floresta de sândalos sem realmente enxergar sequer uma única árvore. A vida é repleta de sofrimento, todavia também contém muitas maravilhas. Estejam conscientes a fim de ver tanto o sofrimento quanto as maravilhas da vida.
“Estar em contato com o sofrimento não significa perder-se dentro dele. Estar em contato com as maravilhas da vida não significa perder-se nelas igualmente. Estar em contato é verdadeiramente encontrar a vida, vê-la profundamente. Se nos encontrarmos com a vida diretamente, compreenderemos sua natureza interdependente e impermanente. Graças a isso, não mais nos perderemos em desejo, raiva e ânsia. Viveremos em liberdade e liberação.”
*Trecho do Romance Velho Caminho, Nuvens Brancas, Seguindo as Pegadas do Buda, Ed. Bodigaya, escrito por Thich Nhat Hanh (pg. 269).
“Amigos, a flor de lótus em minha mão só é real para aqueles dentre vocês que vivem em mente atenta no momento presente. Se vocês não retornam ao momento presente, a flor não existe verdadeiramente. Há pessoas que podem passar através da floresta de sândalos sem realmente enxergar sequer uma única árvore. A vida é repleta de sofrimento, todavia também contém muitas maravilhas. Estejam conscientes a fim de ver tanto o sofrimento quanto as maravilhas da vida.
“Estar em contato com o sofrimento não significa perder-se dentro dele. Estar em contato com as maravilhas da vida não significa perder-se nelas igualmente. Estar em contato é verdadeiramente encontrar a vida, vê-la profundamente. Se nos encontrarmos com a vida diretamente, compreenderemos sua natureza interdependente e impermanente. Graças a isso, não mais nos perderemos em desejo, raiva e ânsia. Viveremos em liberdade e liberação.”
*Trecho do Romance Velho Caminho, Nuvens Brancas, Seguindo as Pegadas do Buda, Ed. Bodigaya, escrito por Thich Nhat Hanh (pg. 269).
terça-feira, 17 de junho de 2008
RESPIRAÇÃO CONSCIENTE
Aqui recebemos uma lição de como manternos com mente atenta, por meio da utilização do método da respiração consciente. Logo abaixo, segue um vídeo que traz uma bela música chamada Inspirando, Expirando.
“Inspirando, você está consciente de que está inspirando. Expirando você está consciente de que está expirando. Durante estes momentos de prática de respiração, foque sua mente apenas na sua respiração e nada mais além disso. Os pensamentos inúteis e dispersos cessarão, permitindo que sua mente repouse na mente atenta. Quando estiver plenamente consciente da sua respiração, você passa a viver em mente atenta. Vivendo em mente atenta, você não pode mais ser carregado por quaisquer pensamentos. Com uma única respiração, você pode atingir o despertar. Tal despertar é a Natureza de Buda que existe em todos os seres.
Respirando de modo curto, você sabe que está respirando de modo curto. Respirando longamente, você sabe que está respirando longamente. Esteja totalmente consciente de cada respiração. Observar com mente atenta sua respiração ajudará você a desenvolver a concentração. Com a concentração, você será capaz de olhar profundamente para dentro da natureza do seu corpo, dos seus sentimentos, da mente e dos objetos da mente, os quais são chamados de sarvadharma”
*Trecho do Romance Velho Caminho, Nuvens Brancas, Seguindo as Pegadas do Buda, Ed. Bodigaya, escrito por Thich Nhat Hanh (fls. 256/257), onde ele ensinava o seu filho Rahula o método de observar a respiração.
Respirando de modo curto, você sabe que está respirando de modo curto. Respirando longamente, você sabe que está respirando longamente. Esteja totalmente consciente de cada respiração. Observar com mente atenta sua respiração ajudará você a desenvolver a concentração. Com a concentração, você será capaz de olhar profundamente para dentro da natureza do seu corpo, dos seus sentimentos, da mente e dos objetos da mente, os quais são chamados de sarvadharma”
*Trecho do Romance Velho Caminho, Nuvens Brancas, Seguindo as Pegadas do Buda, Ed. Bodigaya, escrito por Thich Nhat Hanh (fls. 256/257), onde ele ensinava o seu filho Rahula o método de observar a respiração.
sábado, 14 de junho de 2008
KALAMA SUTRA
"Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento.
Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras.
Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência.
Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes.
Não creiais nas tradições simplesmente porque elas têm sido mantidas de geração para geração.
Não creiais em algo simplesmente porque foi falado e comentado por muitos.
Não creiais em algo simplesmente porque está escrito em livros sagrados; não creiais no que imaginais, pensando que um Deus vos inspirou.
Não creiais em algo meramente baseado na autoridade de seus mestres e anciãos."
Mas após contemplação e reflexão, quando vós percebeis que algo é conforme ao que é razoável e leva ao que é bom e benéfico tanto para vós quanto para os outros, então o aceiteis e façais disto a base de sua vida. - Gautama Buddha - Kalama Sutra
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